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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

ÁLCOOL


     1. Considerações;
     2. Efeitos do álcool no médium;
     3. Alcoolismo;
     4. O álcool;
     5. Utilidades do álcool.

                              foto-alcoolismo-3

Considerações sobre fundamento e consumo do álcool na Umbanda

                     O ato de beber ou oferecer bebida, com freqüência faz parte de ritos e pode-se associar também a idéia de filtro, com caráter positivo, bom ou mau. O álcool realiza a síntese da água e do fogo. O álcool simboliza a energia vital que deriva da união de dois elementos contrários, água e o fogo.  A aguardente símbolo do fogo da vida, é também de inspiração criadora, não apenas estimula as possibilidades espirituais como também as cria, quando usados com seriedade, respeito e moderação.
                     A bebida é utilizada discretamente em vários cultos, haja visto na religião católica onde o vinho trás a simbologia do sangue de Cristo. Nos trabalhos de Umbanda são utilizadas diversas bebidas, tanto para os rituais como para as oferendas aos guias e Orixás, como por exemplo, a cerveja  branca relacionada ao Orixá Ogum, a champagne branca relacionada ao Orixá Iemanjá, a cerveja preta relacionada aos pretos velhos e etc,... Costuma-se também oferendar a linha de esquerda com Pinga ou marafo, na abertura dos trabalhos mediúnicos, bem como essas linhas utilizam-se muitas vezes de pinga como elemento. Para abrir um espaço mágico onde atraem as entidades desejadas.

                     Ou seja:  O Oti (cerveja) pode ser utilizada pelo médium incorporado,... seguindo os fundamentos da Umbanda, onde se utiliza da energia (água, cevada e espuma) para ativar vibracionalmente uma energia salutar utilizada pela entidade no momento em que esta atuando incorporado (com consumo moderadíssimo).  O marafo (aguardente) também possui um caráter parecido para atuação,..MAS AO CONTRÁRIO do Oti não necessita e nem deve ser consumido, ingerido pelo médium incorporado, mesmo sendo este na gira de Guardiões (exus). Neste caso, o marafo deve ser oferendado num copo ou taça, em lugar próprio para que os nossos ilustres Guardiões façam o uso dela, sem colocar em risco a integridade do médium, visto que este tipo de bebida possui alto teor alcoólico assim como as demais bebidas destiladas!!!!!
                     O Umbandista deve zelar pelo respeito, no uso deste arsenal de Umbanda, não permitindo jamais sua utilização com desmandos muitas vezes provenientes do próprio médium que nunca deverá ficar alcoolozado.
                    Atribuo os fatos pela falta de conhecimento que acercam as pessoas que ignoram, desconhecendo o encantador e também perigoso lado do invisível, ou seja, o imenso universo espiritual.
                   
                  
Efeitos do álcool no médium:

                   Todos nós temos um potencial mediúnico latente quando encarnamos que é respeitada a escolha, através do nosso livre arbítrio tão generosamente concedido pelo nosso Pai Criador. Esse potencial mediúnico tem diferentes graus em cada pessoa, dependendo da necessidade, missão, karmas e propósitos que acercam o indivíduo na hora do reencarne.
                   Em qualquer religião ou mesmo quando não seguimos a nenhuma, continuamos a ter a mediunidade, querendo ou não, visto que temos um diferencial na região central do cérebro, mas precisamente na glândula pineal, cientificamente comprovada, que nos ligam ao universo espiritual. Essa ligação existe e pode tornar-se evidente em qualquer idade, levando ao que chamamos de maturidade mediúnica.
                   
                  Muitas vezes um alcoólatra é uma pessoa que pode estar com a mediunidade “madura”. Está fisicamente falando, apto a trabalhar com a espiritualidade.
                  Só que infelizmente, mesmo ele tendo protetores espirituais e até mesmo tendo Anjo da Guarda para auxiliá-lo, ... torna-se relapso em termos de disciplina, conhecimento, e vigilância!! Jesus nos ensinou Orai e Vigiai!!  Isso se aplica principalmente aos médiuns, que devem buscar o conhecimento, ter conduta ilibada e retidão moral,... Devemos associar tudo isso a pensamentos elevados e salutares e a constante vigilância dos atos e de todos pensamentos nossos perante as adversidades da vida!!!  Isso não nos leva a santidade, mas nos direciona a uma reforma íntima que é o ponto chave (principal) existente em cada ser que habita a Terra.

                                                 foto-alcoolismo-1

                  Quando não temos o conhecimento, ou não nos importamos com ele, ou ao menos encontramos uma ajuda correta, temos a ocorrência exata de distúrbios psíquicos associados ao consumo do álcool.
                  Infelizmente, estas associações levam ao indivíduo a estar sendo vítima, presa e alvo de espíritos inferiores que estão por vampirizá-lo, expondo-o a perigos, vexatórios e a uma constante perda de energia espiritual e física.

Nenhum espírito elevado, sujeita ou obriga ao médium beber teores alcoólicos e não necessitam de embriagar o médium para poder trabalhar.
Nenhum protetor espiritual, trabalha incorporado ingerindo bebidas destiladas, nem tão pouco, em hipótese nenhuma faz a incorporação e atendimento dentro da casa do médium.
                Isto é assim porque, o álcool leva qualquer pessoa, por mais acostumada que seja, a ter uma alteração cerebral, uma euforia passageira, ou até mesmo a um estado de embriagues, que faz com que ocorra uma diminuição do equilíbrio e lucidez, levando facilmente a pessoa a um estado de inconsciência. Este estado de inconsciência é oportuno a espiritualidade inferior que capita as energias e ondas mentais do encarnado, tendo uma enorme facilidade do que chamamos de incorporação.
                Esses espíritos mistificam, passando-se por entidades da mesa branca e da Umbanda, perturbando,  divertindo-se com a situação (isso porque chega-se ao ponto de até eles mesmo acharem que são as determinadas entidades), causando sofrimento na vida do médium e dos que o cercam.

OBS: Quanto aos trabalhos feitos na casa, não são permitidos em hipótese nenhuma, porque todo trabalho espiritual requer um aparato enorme em preparativos, tanto pelo lado material como pelo lado espiritual, visto que temos que ter os “soldados” Guardiões para fazer a segurança, o corpo hierárquico espiritual comandando o atendimento, porque em se tratando do invisível, temos uma população muito maior de necessitados, perturbadores, trevosos e sofredores, sendo organizados para receberem ajuda ou até mesmo em alguns casos, para serem aprisionados e levados para outra dimensão, tamanho o estado de primitivo e disforme que se encontra o espírito das trevas. Se não houver todo  esse cuidado, todos da casa estão correndo risco de ataque e a permanência desses espíritos de vibração inferior.
                                                                                                 Texto: Jabonã Ana.



                                             ALCOOLISMO 

                                         alcoolismo
O alcoolismo ainda constitui um dos grandes flagelos que assolam a Humanidade, desequilibrando as normas da vida, provocando tragédias contínuas e contínuos desassossegos e enchendo os manicômios com uma percentagem aterradora.

Se, para a Humanidade, ele constitui esse mal avassalador, penetrando em todas as camadas e nela deixando a sua marca de tragédia com conseqüentes desesperos e lágrimas, para a ciência humana, constitui, também, um mal que não tem encontrado barreiras no seu ímpeto assolador e, pior do que isso – não tem permitido que se lhe anteponha uma terapêutica criteriosa, capaz se não de anular os seus efeitos, pelo menos, atenuar os seus males.

Ainda uma vez, a ciência dos homens entra com o seu contingente de culpa, deixando as células e os neurônios intoxicados sem possibilidade para um tratamento eficiente.

O materialismo da ciência humana continua sendo mesmo neste setor – vícios – o precipício à borda do qual pára, com os seus apetrechos, temerosa de sondar a voragem onde suas vistas não penetram, e através de cujas trevas não vislumbra um raio de luz ou um raio de esperança...

ALCOOLISMO – espectro horrendo que paira sobre os lares e as sociedades para deles arrancar, com as garras aduncas, os filhos, os esposos, os noivos, fazendo com que venham participar da sua cruzada imensa que segue para o país da desgraça, por entre lamentações lúgubres, levando pela estrada do desespero, os despojos da alegria e da felicidade...

E a ciência dos homens, incapaz de um auxílio direto, continua presenciando esse cortejo lúgubre, condoída e desesperada por não encontrar um recurso capaz de deter essa marcha ou atenuar as lamentações que se tornam mais sentidas e mais plangentes, quanto maior o número daqueles que reforçam as fileiras dos infelizes...

Materialidade! Materialidade!

Filtro que estimula o orgulho do saber, anuviando a razão e entorpecendo o raciocínio, não lhes permitindo acompanhar, pari-passu, a evolução que segue, indiferente, aos desentendimentos humanos.

Apegados aos males físicos, esquecem-se dos males psíquicos, ignorando a questão da sensibilidade mediúnica dos indivíduos e indiferentes a ação quase avassaladora de entidades desencarnadas e inteligentes.

Apoiados na hereditariedade orgânica com as suas conseqüências naturais ou patológicas, se esquecem da hereditariedade psíquica – acervo de vícios e intoxicações que o espírito traz de existências passadas...

Atribuem ao meio ambiente atual e aos arrastamentos dos amigos de agora, e não se lembram da possibilidade e da realidade dos meios e dos arrastamentos produzidos em vidas passadas!

Por vezes, apesar de não encontrar uma base sólida em todas essas conjeturas, digamos mesmo, leis, para a maioria, nem assim se desviam da velha rotina, procurando outras bases para melhor se firmarem nos diagnósticos e prognósticos.

E uma dessas leis e bases principais às quais se agarram para tudo explicar, mesmo compreendendo a fraqueza dos argumentos, é a hereditariedade patológica. No entanto, o papel da hereditariedade psíquica é muito mais importante, porquanto a sua ação se faz sentir em todo o terreno da patologia.

Em referência ao caso de que nos ocupamos, todos os médicos que trataram do enfermo, menos um, atribuíram ao arrastamento do meio, aliado às condições de vida social, dando o caso como perdido, devido à intoxicação das células e dos neurônios.

Longe de nós querermos negar o legado dos pais e antepassados, através de cujas gerações o mal persiste e os vícios se patenteiam. Todavia, só esse apoio é bastante frágil ante aquele que arrasta os indivíduos pela intoxicação, pela hereditariedade psíquica, sem o conhecimento da qual é difícil, impossível, mesmo, o saneamento e a luta contra o vício da embriaguez, vício que se impregna muito mais no psiquismo do que no terreno material, orgânico.

O alcoólatra leva consigo a herança mórbida – pois no laboratório da natureza, com a morte, o corpo apodrece e se consome, dispensando-se os elementos com a decomposição.

A lepra, a tuberculose, o câncer, males que se estabelecem no corpo e usufruem os seus elementos químicos, se dispersam com a transformação, mas os vícios, como o álcool e os entorpecentes, são conservados pelo perispírito, sofrendo a intoxicação do seu ego, a intoxicação psíquica.

Os primeiros males desaparecem com o corpo; os segundos persistem, pois o espírito não morre – continua a sua vida como repositório dos sentimentos, dos desejos.

Morto o alcoólatra, o seu espírito continua intoxicado e enfermo – tanto que se em vida humana o seu vício o levou ao manicômio, nos manicômios do espaço continuará para desintoxicação perispirital.

O medicamento, a vacina propícia para extirpar a tara psíquica da embriaguez é a noção da responsabilidade, a compreensão do dever, o desejo controlado, a boa vontade, escudos que todas as atuações psíquicas são impotentes para dominar.

Desejar e repelir são vontades inerentes ao espírito – são desejos psíquicos que se devem manter em equilíbrio para atração e repulsão dos fluidos, que convergem para si próprios.

Os médicos precisam pensar um pouco nesses fatores psíquicos e, principalmente, nas suas origens e nas suas causas, porque pode-riam fazer muito mais, ainda, aliviando dores e curando enfermos, aliando este tratamento psíquico baseado ao tratamento orgânico.

No maior número de vezes, esses dois males se reúnem, porque grande percentagem das criaturas são sensitivas e nos seus leitos de dor atraem entidades que vão aumentar a sua moléstia orgânica.

A assimilação fluídica entre encarnados e desencarnados é um fato, e os sensitivos os atraem pelo pensamento, exteriorizando os seus males, pensamento e exteriorização que, abrangendo zonas psíquicas, provocam a aproximação de entidades que, junto aos seus leitos, ora aumentam essas dores, ora lhes fazem sentir outros males, ora, ainda, lhes aguçam os vícios para usufruírem dos seus resultados.

Essa assimilação fluídica – agente invisível – não depende das pesquisas de laboratórios e análises – sim, dos trabalhos de investigação, estudando as mediunidades e a alma.

Várias observações enriquecem o nosso arquivo, observações que provam o prolongamento ou atenuação dos padecimentos de um enfermo, de conformidade com a aproximação ou afastamento das entidades cuja ação se faz sentir ou não, mormente para os casos de entorpecentes, quando essas entidades atuam mais, ainda, provocando oportunidades para a aplicação desses medicamentos, dos quais lançam mão os médicos que visam o sintoma dor.

Agem para que a dor seja mais intensa, obrigando o médico a dar novos entorpecentes, porque o espírito que atua é viciado e sente, também, o efeito do entorpecente...

O espírito sobrevive ao corpo, levando todos os sentimentos e todos os desejos – e almas atormentadas pelo vício são verdadeiros tóxicos que se deixam levar para fora da estrada dos bons sentimentos, arrastando também os seus irmãos encarnados, de cujas taras psíquicas se aproveitam em benefício próprio.

A verdadeira essência da vida está na vida psíquica.

Para que a medicina não se veja entravada na sua sublime missão, ela precisa ampliar o seu combate às causas orgânicas, atacando, também, as causas psíquicas. Para isso, precisa estudar e investigar com os ensinamentos que lhe oferece o Espiritismo, com as Leis da Imortalidade e da Reencarnação, a fim de que a sublimidade da sua missão seja ainda mais eficiente.
Fonte:
(Dr. Inácio Ferreira, “A PSIQUIATRIA EM FACE DA REENCARNAÇÃO”, 1ª edição EDICEL).



O ÁLCOOL

O homem, no grande livro da contabilidade da vida, pela bebedice, inverte o DEVE pelo HAVER, e, se não se abstém do funesto vício do álcool, tem as seguintes conseqüências:
1 - Perde o dinheiro e ganha miséria.
2 - Perde a capacidade e ganha inaptidão.
3 - Perde a saúde e ganha enfermidade.
4 - Perde a virtude e ganha perversidade.
5 - Perde a honra e ganha desprestígio, menosprezo.
6 - Perde o bem-estar e ganha mal-estar e sofrimento.
7 - Perde a tranqüilidade e ganha inquietude.
8 - Perde o vigor e ganha abatimento e decadência.
9 - Perde a alegria e ganha tristeza e desespero.
10 - Perde a inteligência e ganha embrutecimento.
11 - Perde a salvação e ganha perdição da sua alma.
(Leia em Gálatas 5:19-21)


UTILIDADES DO ALCOOLISMO

O alcoolismo é útil para:
Fazer perder o tempo, o dinheiro e a vergonha. Sócrates.
Acabar com o lar, a sociedade e a pátria. Suderman.
Levar os filhos a perder o respeito aos pais e a consideração a si mesmos. Carducci.
Transtornar o corpo, perverter os nobres sentimentos e destruir as faculdades mentais. Francisco I.
Fazer papéis ridículos e praticar toda classe de vulgaridades. Bismarck.
Pedir fiado um copo de aguardente enquanto falta valor para pedir um pão para que comam os filhos. Carlos V.
Levar o homem ao suicídio. Napoleão.


SUA MAJESTADE O ÁLCOOL

Você me conhece ?
Sou o príncipe das alegrias, o companheiro dos gozos mundanos, o portador das desgraças, o mensageiro da morte.
Estou presente em todas as partes, em todas as cerimônias; nenhuma reunião festiva tem lugar sem a minha presença; suscito nos corações pensamentos abjetos e criminosos; a homens e mulheres induzo à imoralidade; produzo adultérios. Sou pai da corrupção e da desgraça; provoco a degeneração da raça humana; introduzo a infelicidade nos lares; por toda parte espalho envilecimento, depravação, loucura, crimes e suicídios.
Destruo a família, a sociedade e a nação! Ocasiono contendas e provoco homicídios. Gero enfermidades. Faço nascer crianças raquíticas, retardadas, idiotas. A jovens e a velhos faço perder a vergonha, a dignidade, a honra, a educação, a religião e os haveres materiais. Ponho um véu sobre a consciência dos homens e lhes obscureço o entendimento, fazendo passar delitos e crimes por satisfação inocente, baixezas por passa tempo, imoralidades por entretenimento.
Consegui de tal maneira perverter a inteligência dos homens que eles estragam a uva, os cereais, a cana-de-açúcar, etc., para me fabricarem, convertendo assim, benções em maldições.
Minha pátria é a Terra; meus escravos são os homens; quem me envia é o diabo.
Sou o melhor fornecedor de vítimas dos hospitais, dos hospícios, dos asilos, dos presídios, do inferno.

SOU SUA MAJESTADE O ÁLCOOL

Uma escolha trágica
É conhecida a fábula do gênio que impôs a um pobre homem uma escolha trágica. Encontrando-se com o infeliz, disse-lhe o gênio: Escolhe um dos três males: ou matas teu pai, ou vendes tua mãe, ou bebes. O desgraçado, para não matar o pai, nem vender a mãe, preferiu o terceiro mal: Bebeu, e bêbado, matou o pai e vendeu a mãe.

Álcool e crime
Certo magistrado inglês declarou: “Analisados os casos, as nove décimas partes dos crimes cometidos na Inglaterra e no País de Gales se devem atribuir à bebida”.

Tudo passou por aqui
Na cidade de Lion, na França, os transeuntes pararam para ver um homem que, com um metro na mão, media a porta de uma tabernal. Media e não cessava de medir. Parecia louco.
Por fim, bateu na testa e disse: Sim! É verdade! Eu tinha muito dinheiro e todo ele passou por esta porta. Eu tinha várias casas e elas passaram por aqui. Eu tinha vinhas e campos imensos e eles passaram por aqui. E, no entanto, esta porta não tem mais de dois metros de altura. Tudo que eu tinha - bem-estar, família, etc. - tudo passou por aqui. Agora eu não mais posso passar por esta porta para acabar de arruinar-me, pois estou na miséria... Não tenho mais dinheiro e, por isso, não me deixam entrar por ela.” Ah! terrível cachaça!
Revista do Pregador, ano I, Nº 3.

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