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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O Todo - Um conceito de Deus

Os hermetistas pensam e ensinam que o TODO - DEUS - em si mesmo é e sempre será incognoscível. Eles consideram todas as teorias, conjecturas e especulações a respeito da natureza íntima do TODO como esforços infantis das mentes finitas para compreender o segredo do infinito, e que tais esforços são totalmente inúteis.
Seriam ainda mais presunçosos aqueles que atribuem ao TODO personalidade, qualidades e propriedades, e querem que o TODO tenha emoções, sensações e outras características que estão bem próximas das pequenas "qualidades" do gênero humano, tais como a inveja, o desejo de lisonja e louvores, desejos de oferendas e adorações, e todos os outros atributos que sobrevivem desde a infância da raça humana. Tais idéias não são dignas de pessoas maduras e que conseguem pensar...
Mas, conquanto a natureza essencial do TODO seja incognoscível, existem certas verdades conexas com sua existência que a mente humana foi obrigada a aceitar. Afirma o Caibalion:
  • "Aquele que é a verdade fundamental, a realidade substancial, está fora de uma verdadeira denominação, mas o sábio chama-o o TODO".
  • "Na sua essência, o TODO é incognoscível".
  • "Mas os testemunhos da razão devem ser hospitaleiramente recebidos e tratados com respeito".
  • A razão humana, cujos testemunhos devemos aceitar ao raciocinar sobre alguma coisa, nos diz o seguinte a respeito do TODO, mas sem pretender levantar o véu do incognoscível:
    • O TODO é tudo o que é real. Nada pode existir fora do TODO porque, do contrário, o TODO não seria mais o TODO.
    • O TODO é infinito, porque não há quem defina, restrinja ou limite o TODO. É infinito no tempo, ou eterno; existiu sempre sem cessar, porque não há nada que o pudesse criar, e se ele não tivesse existido antes, não poderia existir agora; existirá perpetuamente, porque não há quem o destrua, e ele não pode deixar de existir. É infinito no espaço; está em toda parte porque não há lugar fora do TODO; é contínuo no espaço, sem cessação, separação ou interrupção, porque não há nada que separe, divida ou interrompa a sua continuidade, e nada há para encher lacunas. É infinito ou absoluto em poder, porque não há nada para limitá-lo ou restringi-lo; não está sujeito a nenhum outro poder porque não há outro poder.
    • O TODO é imutável, ou não está sujeito a ser mudado na sua natureza real, porque nada há que possa operar mudanças nele, nada há em que possa ser mudado, nem nada que tenha sido mudado. Não pode ser aumentado ou diminuído, nem ficar maior ou menor, seja qual for o motivo. Ele sempre foi e sempre será como é agora: o TODO. Nada houve, nada há e nada haverá em que ele possa ser mudado.
    O TODO sendo infinito, absoluto, eterno e imutável, segue-se que tudo que é finito, passageiro, condicional e mutável não é o TODO. Não fiquem espantados: há uma reconciliação para o aparente estado contraditório atual do assunto.
    Vemos ao redor de nós que aquilo que chamamos matéria constitui o princípio de todas as formas. Será o TODO simplesmente matéria? Absolutamente não! A matéria, por si só, não pode manifestar vida e mente, e como vida e mente são manifestas no universo, o TODO não pode ser matéria porque nada há fora do TODO e há alguma coisa fora da matéria: a vida e a mente.
    Então o TODO é simplesmente energia? Não, porque energia é uma coisa cega e mecânica, privada de vida e mente. E assim, o TODO não pode ser simplesmente energia porque, se assim fosse, não teriam existência a vida e a mente, e nós sabemos muito bem que elas existem, porque nós mesmos temos vida e estamos empregando a mente para considerar esta questão.
    Que é, pois, o TODO? O TODO é vida e mente. O TODO é a mente vivente, muito acima do que nós mortais conhecemos por essas palavras, como a vida e a mente são superiores à matéria e à energia; o TODO é a infinita mente vivente! Mas, que é, pois, o universo, se não o TODO separando a si mesmo em fragmentos? Que outra coisa poderá ser? De que coisa poderá ser feito? Esta é a grande questão. Examinemo-la bem, com o auxílio do princípio hermético da correspondência, que afirma: "o que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima". Examinando de que modo o homem cria, talvez possamos imaginar de que modo o TODO cria...
    No seu próprio plano de existência, como cria o homem? Primeiramente, ele pode criar fazendo alguma coisa de materiais exteriores a si, transformando materiais já existentes. Mas assim não pode ser para o TODO, porque não há materiais exteriores ao TODO, com os quais ele possa criar. Em segundo lugar, o homem procria ou reproduz a sua espécie por meio da transformação de uma parte da sua substância na da sua prole. Mas assim também não pode ser para o TODO, porque o TODO não pode multiplicar ou transferir uma parte de si mesmo porque, nesse caso, haveria uma multiplicação ou adição do TODO e, idéia totalmente absurda, o TODO não seria mais o TODO.
    Não há, então, nenhum outro meio pelo qual o homem cria? Sim, há: ele cria mentalmente! E deste modo, como o TODO, não emprega materiais exteriores a si mesmo, nem reproduz a si mesmo, e , apesar disso, o seu espírito penetra a Criação Mental.
    Em virtude disso, temos razão para considerar que o TODO cria mentalmente o universo, de um modo semelhante ao processo pelo qual o homem cria as imagens mentais. Este é o testemunho da razão, que concorda perfeitamente com o testemunho dos Iluminados, como eles transmitem nos seus ensinos e escritos. Assim são os ensinamentos do Sábio. Tal era a doutrina de Hermes Trismegisto.
    O TODO não pode criar de outro modo senão mentalmente, sem empregar qualquer material (nada há para ser empregado), e nem reproduzir a si mesmo (o que também é impossível). Não se pode escapar desta conclusão da Razão. Justamente como nós podemos criar um universo de nós mesmos na nossa mentalidade, assim o TODO cria o universo na sua própria mente. Mas o nosso universo é criação mental de uma mente ínfima, enquanto o do TODO é criação de uma mente infinita. Ambos são análogos em natureza, mas infinitamente diferentes em grau.
    Concluindo o assunto, precisamos fixar nossas mentes na seguinte frase: "o universo, e tudo o que ele contém, é uma criação mental do TODO. Com efeito, o TODO é mente!".
    A respeito do assunto, afirma o Caibalion:
    • "O TODO cria na sua MENTE infinita inumeráveis universos, que existem por eons de tempo; e, contudo, para o TODO, a criação, o desenvolvimento, o declínio e a morte de um milhão de universos é como o tempo do pestanejar de um olho".
    • "A Mente Infinita d'O TODO é a matriz dos Universos".
    • "O TODO é mente; o universo é mental".
    • "O Universo é mental: ele está dentro da mente d'O TODO".
    • Adaptado do livro O Caibalion, da Editora Pensamento

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